A história do funk contada nas estações de metrô

04/12/2012 | comentários: 0

Exposição, em quatro estações, reúne fotos, telas inéditas e capas de vinis Rio - Até o dia 16, os usuários de metrô que passarem pelas estações do Cantagalo, Estácio, Pavuna e Ipanema/General Osório poderão conferir a história do funk através de fotos, telas inéditas pintadas por grafiteiros e capas de vinis antigos que ilustram as várias fases do ritmo. 

A exposição "Museu do Funk" faz parte do evento Rio Parada Funk, que passa pela sua segunda edição. O organizador do evento, Mateus Aragão, conta que o metrô é uma referência urbana para o mundo inteiro, assim como o funk é para a cultura carioca. 

 “Pavuna e Ipanema ficam nos extremos da cidade, e Estácio é onde as pessoas fazem a transferência no transporte. Na General Osório, haverá uma linha do tempo mostrando a cronologia do funk da década de 70 até hoje.É arte acessível para todos os públicos”. 

 A exposição mostra favela e cultura urbana, grafite e estética. Entre as telas, estão ‘Passinho’ do Airá e ‘Eu só quero é ser feliz’, do Marcelo Ment. 

 De James Brown a Furacão 2000, as capas de vinis ilustram a trajetória do ritmo. Os DJ’s mais antigos da cena funk carioca cederam de seus arquivos pessoais um mural de fotos com relíquias do funk. 

 O objetivo da mostra é fazer uma viagem pela origem do gênero musical, mostrar a evolução como música carioca e servir de referência para artistas do mundo inteiro. 

 Celebração da cultura na Lapa

O Rio Parada Funk acontecerá no domingo, dia 9, das 10h às 17h. Nos dez palcos pelo entorno da Lapa e no palco principal, em frente aos Arcos, haverá shows com equipes de som que passarão por toda a história do funk, apresentando desde o soul a ‘miami bass’, "volt mix" até o atual "tamborzão", com apresentação de MCs e DJs renomados. 

Na quarta-feira, dia 5, haverá a Conferência Funk no Circo Voador, com palestras sobre o ritmo como agente agregador e transformador social, além da linguagem do gênero. 

 Maiores Informações: Rio Parada Funk

Créditos: O Dia

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