FUNK DE RAIZ

Em meados dos anos 90, há uma pequena reviravolta no mundo Funk. As equipes de som promovem Festivais de Rap's nas favelas onde haviam bailes e lançam em discos as gravações lá realizadas. Assim surgiram os MC's cantando funk nacional, conhecido como RAP.

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Lançamentos da Only Music

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Pessoal,

Três DVDS estarão disponíveis, ainda esta semana, para aqueles que curtem o melhor do funk da antiga, cujos trabalhos já foram finalizados.

Lançamentos:

FESTA FUNK SOUL BLACK - Edição de aniversário
Equipes: Cash Box, Super Tropicália e Espião
Local: River Futebol Clube - Realizado no dia 06 de junho de 2009
Produção: L.A. EVENTOS (Português DJ) e ONLY MUSIC (Dj Géllo e Ricardinho)
Esse trabalho tá muito bonito. Grande destaque para a Equipe Tropicália, com o seu tradicional painel do aviãozinho. Mais uma vez o projeto FESTA FUNK SOUL BLACK vem demonstrando o que há de melhor nos resgastes do funk da antiga.
Edição de imagens e DVD: Humberto DJ

HISTÓRIA DA CASH BOX com Marcão DJ
Imagens: Willian DJ
Edição e DVD: Humberto DJ
Pela primeira vez, a história da equipe Cash Box é narrada em ricos detalhes pelo nosso grande ídolo, Marcão DJ da Cash Box. Esse DVD tem um tempo aproximado de 106 minutos e conta com um belíssimo acervo em fotografias, disponibilizadas pelo próprio Marcão, jamais visto em qualquer canto da net. Para aqueles que queriam ver imagens da Cash Box no Magnatas, infelizmente o tempo deteriorou as fitas VHS, totalmente consumidas pelo mofo. De qualquer forma, nada melhor do que o próprio Marcão DJ para permitir o nosso embarque nesta linda viajem no tempo.

FESTA FUNK-SE IN FLASH BACK - Primeira Edição
Imagens, edição e DVD: Humberto DJ
Equipe: Cash Box com os Djs Fernandinho, Alexandre Nova Cidade, Gilberto e Emerson Luck Skywalker
Produção: Sandro Xavier e André
Local: Fonseca A.C. em Niterói - Realizado no dia 13 de junho de 2009
Para os verdadeiros fãs e adeptos do puro Miami Bass, eis aqui, um prato cheio. Vale aqui registrar o destaque para o grupo que dançou os grandes clássicos dos rasteiros, com a tradicional roda, com coreografias e passos da época do break dance.

Outros produções:

DVDS DISPONÍVEIS:

FESTA FUNK SOUL BLACK 1 - Troféu honra ao mérito e Cash Box
FESTA FUNK SOUL BLACK 2 - Cash Box, Soul Grand Prix e Live
FESTA FUNK SOUL BLACK 3 - Cash Box, Hollywood e Djs da Furacão
FESTA FUNK SOUL BLACK 4 - Pipos, Jet Black e a Cova
FESTA FUNK SOUL BLACK 5 - Cash Box, Super Tropicália e Espião
Todas essas obras foram gravadas no River F.C.)

FESTA FUNK SOUL BLACK - EDIÇÃO ESPECIAL NO BANGU A.C.
Equipe Hollywood, Cash Box e a Cova

FESTA FUNK SOUL BLACK - BONUS DVD (CENAS INÉDITAS DAS 3 PRIMEIRAS EDIÇÕES)

Cada DVD custa R$ 15,00 + frete
Forma de pagamento: depósito bancário identificado
Dados da conta: Banco do Brasil, ag. 3442-8 conta: 26.770-8
Favorecido: Marister Ribeiro

Mandar cópia do comprovante de depósito para o e-mail: nationalkid2002@yahoo.com.br ou nationalkid2002@gmail.com
Prazo de entrega: 24 horas, após confirmação do depósito, via SEDEX.

Ainda para os e-mails citados, indicar:
Nome completo e endereço completo com CEP.
Quaisquer dúvidas e esclarecimentos: (021) 7111-3103 - Humberto

Maiores informações: http://humbertodiscofunk.blogspot.com/


Créditos texto: Humberto DJ
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Rio Acima - A PM não pode ter medo do funk

Não sou funkeiro. Acho legais algumas batidas desse gênero musical, mas nunca fui a um baile, nem nas favelas, nem nas boates sofisticadas que aderiram ao modismo. As letras em geral são pobres em criatividade. A maioria só fala em sexo, às vezes de forma pervertida. Mencionam também a violência policial e, no caso dos chamados proibidões, exaltam quadrilhas e consumo de drogas. Ou seja, o genuíno funk carioca mostra como está a cabeça da juventude das nossas comunidades: um lixo, salvo honrosas exceções, como o rapper MV Bill. Aliás, a cabeça da galera dos condomínios de luxo também não está lá essas coisas...

Não tenho a pretensão aqui de analisar o caldo de cultura que resultou nessa veia poética indigente do funk das favelas. Miséria, truculência familiar em casa (e de policiais e bandidos nas vielas), sexualidade precoce, falta de educação, decepção com a impunidade da elite, enfim... Razões não faltam para que a maioria dos jovens que vivem nas comunidades se identifique com mensagens apocalípticas e autodestrutivas, sejam elas em que ritmo for. O funk é o som dessa senzala abandonada por tantas décadas. Concertos para oboé e fagote é que não poderiam ser.

É verdade também que os traficantes, aproveitando o magnetismo do ritmo, chamado merecidamente de pancadão, usam os bailes para promover as substâncias ilícitas que comercializam. E que incentivam os letristas – muitos deles até criativos – a exaltarem a criminalidade.

Tudo bem, essa foi a realidade do funk nas favelas do Dona Marta, do Chapéu Mangueira e da Cidade de Deus até recentemente. Ainda é assim nas outras comunidades do Rio, mas não mais nessas três. O motivo é o novo policiamento comunitário permanente. Com a entrada da PM – acompanhada pelas obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) – os traficantes que não foram presos ou mortos fugiram. E o funk acabou proibido, sob a justificativa de que é uma herança maldita do domínio da marginalidade. Como o samba no início do século 20, coisa de bandido.

No Dona Marta, ocupado pela PM desde novembro de 2008, inicialmente até o pagode foi proscrito. Com o passar dos meses, acabou liberado, assim como o forró. Mas o funk, não. Quando estive lá, no início deste ano, vários jovens reclamaram da censura a um ritmo que faz parte de sua cultura.

– Eles proíbem o funk, mas existem muitas letras que não falam em depravação sexual nem exaltam o crime – me disse um dos rapazes que lá vivem.

Ao contrário dos moradores mais velhos, os adolescentes continuam se sentindo oprimidos no Dona Marta, apesar de toda a boa vontade da capitã Priscila, que comanda o contingente de mais de 100 policiais "pacificadores".

Uma pesquisa divulgada na semana passada pela Fundação Getúlio Vargas e feita com moradores do Dona Marta e da Cidade de Deus, constatou que a aprovação da presença policial está em torno de 60%. A lei da selva dos traficantes, que aterrorizava e colocava a vida de todos em risco, foi extinta. Reina a paz, mas então por que a aprovação não é de 100%?

Eu respondo: porque a PM ainda não achou a medida exata entre o seu espaço e o dos moradores. Uma coisa é dar segurança, outra é invadir a privacidade, tornar a vida cotidiana uma tensão permanente.

Me arrisco a dizer que, paralelamente aos investimentos sociais em saúde, saneamento e educação, cabe à PM começar a flexibilizar seus conceitos para que os jovens do Dona Marta – e das outras comunidades ocupadas – voltem a sentir-se em casa.

Continue Lendo: Jornal do Brasil

Créditos Texto: Marcelo Migliaccio
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DVD "Tudo é Festa" MC Marcinho

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MC Marcinho e Flávia Santana

Marcinho faz parte da história do Funk verdade, do Funk que leva romance, alegria e diversão pra dentro das casas, festas e para as pistas das boates brasileiras, sem ter do que se envergonhar, sendo querido por homens e mulheres, de 8 a 80, de todas as religiões e em várias partes do mundo.

Começamos a divulgação desse material pela música

Música de Trabalho: Quer casar comigo, amor?
MC Marcinho e Flávia Santana

Compositores: Lidiane Madureira e Shayder

Arranjo: Prateado / Mixagem: Ricardo Cândido / Masterização: Carlos Freitas (Classic Master)

Direção Vídeo: Alexandre Meziat /
Cenário: Marcelo Coutinho
Iluminação: Mauro Machado

Direção Geral: Lidiane Madureira

Link: http://www.youtube.com/watch?v=XeoZ-4MIj8I

My Space Oficial MC Marcinho: http://www.blogger.com/www.myspace.com/marcinhomc

Novo show com banda - Parceria com Rádios de todo o Brasil.
Contato: Lidiane Madureira (5521) 7696-0254 / 3555-3942 / 7853-0643 / 24*69170
E-mail: atendimento@eliterecords.com.br

Crédtios Texto e Foto: Lidiane F Madureira
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Entre os 100+ do Premio TopBlog de Cultura

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Meu povo,

Desde Maio/2008 venho construindo o "Funk de Raiz" sem nenhuma ajuda de custo, apenas com minhas experiências e colaboração de grandes amigos, o resultado tem sido melhor do que eu jamais teria imaginado!

Quando começamos um projeto seja ele qual for, criamos grandes expectativas, mas o "Funk de Raiz" superou todas.

Sem dúvida nenhuma, nosso blog é um SUCESSO!

Quero agradecer a cada um que votou no TopBlog. Por causa do seu voto, nós estamos entre os 100 mais votados e temos grandes chances de ganhar este prêmio.

Agora começa uma nova etapa do concurso e se passarmos, estaremos bem perto do troféu.

Conto com seu voto nesta etapa também. Só clicar na figura do TOpBlog e votar. O processo é rápido!

Obrigada à todos por acreditarem no meu SONHO e fazerem dele uma REALIDADE.

Jamais conseguirei retribuir tanto carinho!

Claudia Duarcha
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Paz sem voz? É medo!

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É equivocada a ideia de que os moradores da favela se habituaram com a violência cotidiana a que são submetidos, seja ela praticada pelos criminosos, seja por agentes do Estado que reiteradamente cometem arbitrariedades.

Fala-se muito da "lei do silêncio" na favela, mas esquece-se que não se pode confundir estar num mesmo espaço físico, com a conivência com o poderio bélico de traficantes.

Essa confusão tem gerado outras pressuposições equivocadas sobre os moradores de favelas. No passado, entre os anos 1907 e 1918, tivemos a criminalização do samba, cuja execução foi proibida no Rio de Janeiro pois se considerava que, tal como a capoeira, o samba seria diretamente ligado à marginalidade e à desordem. Hoje é impossível se pensar no Rio de Janeiro e não associá-lo ao samba.

Já o funk começou a ser associado à desordem a partir de 1992, quando difundiu-se a ideia de que os "funkeiros" eram um problema e uma ameaça à cidade. Novamente, tomou-se a parte pelo todo, optando-se por perseguir uma manifestação musical em detrimento de se buscar a construção efetiva de uma política pública de segurança.

É preciso parar de silenciar a favela, nesse sentido seria bastante oportuno um debate sobre a descriminalização do funk.

Créditos: Ana Paula Miranda
Matéria Jornal Extra
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Matéria sobre a proibição do Funk no Santa Marta

É lamentável, que nos tempos atuais ainda haja pessoas com visão tão limitadas e preconceituosas em relação ao funk e as culturas populares. A APAFUNK não tem a pretensão de ser perfeita, mas não sou cega para deixar de reconhecer que o trabalho da associação é bem feito e importante.

Isso já foi atestado nas parcerias, nas reportagens, nas indicações e recomendações feitas por outros sites e blogs sobre a mesma.

Nem todas as pessoas que entram em contato com a APAFUNK concordam com o que está escrito, o que gera discussões saudáveis. Não somos donos da razão e é por isso que gostamos de trocar idéias com outros que tenham inteligência para expor suas opiniões. Quem não sabe se expressar como as pessoas civilizadas fazem, não é problema nosso e não são o nosso público-alvo!

Alguém aqui conhce quais são os reais objetivos da APAFUNK? O que ela vem fazendo nas comunidades? Não opine, se a resposta for NÃO!

Opinião sem conhcecimento de causa é pré-conceito!

O Globo bloqueou a cópia da matéria, então por favor entrem no link abaixo, vejam as barbaridades que estão escritas nos comentários e quem puder, dê sua opinião também. Seja construtivo ao fazer isso, baixar o nível igual a muitas ali, não é solução.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/06/27/policia-militar-proibe-roda-de-funk-em-favela-provoca-polemica-756556996.asp
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Manifestação pela liberdade cultural no Santa Marta é proibida

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Roda de funk prevista para a tarde deste domingo (28/6) no Morro Santa Marta, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, foi proibida pelo comando do batalhão de Polícia Militar da área. A manifestação político-cultural foi organizada pela Associação dos Profissionais e Amigos do Funk (Apafunk) e pelo movimento Visão da Favela, como atividade da campanha Funk é Cultura, em defesa da liberdade de expressão cultural, pelo direito dos artistas populares ao trabalho, contra o preconceito e a criminalização do funk e da cultura popular.

Sob o lema Paz sem voz é medo, o ato previa uma apresentação teatral, graffite e apresentação de rappers e funkeiros com letras de resgate do funk de raiz, de compromisso social. A Apafunk nasceu da união de MCs e DJs para buscar, por meio das rodas, a conscientização da sociedade em relação ao fato de que nem toda letra de funk contém pornografia ou apologia ao crime.

Ao longo de um ano de luta, artistas de outras vertentes culturais populares se articularam com o movimento na promoção de debates e rodas de funk pela cidade. Em um contexto de repressão rotineira ao funk, pela primeira vez a Polícia Militar proíbe uma manifestação da campanha. No Santa Marta, alguns agentes culturais têm enfrentado dificuldades na realização de eventos artísticos, assim como em outros locais do Rio sob modelo de policiamento semelhante — como na Cidade de Deus, na Zona Oeste, e no Morro da Babilônia/ Chapéu Mangueira, na Zona Sul.

Os organizadores da manifestação vão continuar cobrando das autoridades públicas o direito à livre manifestação e à expressão cultural das comunidades.

Texto: Organizadores do evento
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ATENÇÃO: CANCELADA Roda no Santa Marta

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Informamos que por motivos de força maior foi cancelado o evento na comunidade do Santa Marta, que estava programado para o dia 28 de Junho (domingo).

A nova data do evento será devidamente divulgada em nosso blog e boletim eletrônico.

Contamos com a compreensão de todos!!!!
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DJ Marcelo Negão convida:

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Associação dos DJs

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Recebi este email de grande valia à todos os profissionais. Importante estar por dentro das informações, é preciso saber sobre suas obrigações para exigir seus direitos.


Muito se tenta polemizar com a questão da lei que regulamenta a profissão dos DJs e VJs, mas a Lei que tramita no Congresso foi aprovada em 05 subsessões e deverá ser promulgada em breve.

Agora é preciso que o DJ ou quem queira seguir os rumos desta linda profissão, acompanhe o processo de regularização e criação de Sindicatos, que serão os principais responsáveis pelo registro profissional, uma das imposições legais da nova lei. Ainda acontecerão audiências públicas com DJs e VJs do Brasil inteiro, discutindo as propostas da lei que regulamenta a profissão.

Não podemos ficar com medo da fiscalização ou dos cursos reconhecidos que ocorrerão com a publicação da lei, mas encarar como um procedimento necessário para acabar com a bagunça que esta na “cena atual”, onde qualquer um é DJ criando o desleixo e a completa falta de respeito dos empregadores.

O fato é que os reflexos trabalhistas, jamais incidirão na qualidade artísitica deste profissional.

No Rio de Janeiro, estado que iniciou este processo, mensalmente estamos realizando vários encontros de DJs e discutindo pontos da lei, antes que ela seja finalmente promulgada.

Se você é DJ ou VJ, reúna seus companheiros de trabalho, discuta os pontos da lei, organize Associações de DJs e faça parte deste processo também.

Na primeira semana de Agosto de 2009, acontecerá mais uma reunião na ALERJ.

Mais informações: associadj@yahoo.com.br

Texto: Alicia
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