Funk de Raiz contra o Crack

04/04/2010 | comentários: 0
Hoje, quero fazer algo um pouco diferente. Peço liçenca à todos que curtem o Funk de Raiz, para sair do nosso assunto preferido. Quero falar sobre o crescimento do Crack. Resolvi criar este post porque, esta droga tem crescido absurdamente, independente de classe, religião ou cor. Infelizmente esse é o mal do século e tem destruído familias inteiras.

Peço que leiam com atenção o artigo e procurem se inteirar. Passem a diante, mobilizem-se e ajudem aqueles que precisam.


Crack é uma droga feita a partir da mistura de cocaína com bicarbonato de sódio geralmente fumada. A absorção e efeito mais rápido, além de preço menor. A combinação faz do crack uma das drogas com maior potencial de dependência e de destruição. Comparada com a cocaína, ela chega com mais facilidade ao sistema nervoso central e seu uso pode se repetir por mais vezes.

Assim como a droga chega ao cérebro em cerca de 10 segundos, os resultados aparecem em pouco tempo: perda de capacidade cerebral. “O crack causa um nível de lesão cerebral signifcativo”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeiras, coordenador da Unidade de Dependência de Álcool e Droga (UNIAD), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Isso explica o comportamento popularmente chamado de “fissura”. Na ausência da droga, o organismo do viciado em crack passa a “pedir” por mais ativação do centro de prazer, o que após pouco tempo só é conseguido consumindo novamente a droga. “Qualquer droga que é absorvida por via pulmonar tem absorção muito mais eficiente, mais até do que se fosse injetada.

Para 30% deles a morte em situações violentas chegou dentro de um prazo máximo de cinco anos. “A vida do crack é uma vida no meio da violência, então a morte nessas condições é comum”, diz o médico.

De acordo com o levantamento da Unifesp, 40% dos usuários pararam de consumir a droga, 10% foram presos e 20% se tornaram usuários crônicos. “São pessoas com estilo de vida muito limitado e que podem continuar usando por dez, doze anos”, afirma.

Apesar de ser uma droga estimulante, o crack diminui a quantidade de sangue na região do córtex frontal. Isso pode causar outros problemas mentais como a esquizofrenia, a depressão e a ansiedade. “A pessoa pode desenvolver quadros paranóicos ou mais graves”, diz Laranjeira.

Peço à todos os fãs do FUNK de RAIZ que participem e repassem esta campanha contra o Crack. Quanto mais pessoas souberem, consequentemente outras tantas poderão ser ajudadas.

Acesse: http://www.nuncaexperimenteocrack.com.br/index.php