Em meados dos anos 90, há uma pequena reviravolta no mundo Funk. As equipes de som promovem Festivais de Rap's nas favelas onde haviam bailes e lançam em discos as gravações lá realizadas. Assim surgiram os MC's cantando funk nacional, conhecido como RAP. Demos identidade a tudo que era chamado de clássicos, antigo e/ou velho. Hoje, a história dos artistas que legitimaram o Funk como movimento cultural e genuínamente carioca foi qualificada e eternizada por nós como Funk de Raiz.

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Studio Amazing

28/08/2008 comentários
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Funk Brasil e Rap Brasil

23/08/2008 comentários: 2
Quem não ficava esperando ansiosamente, querendo saber quais músicas e MC's estariam no próximo volume? Sem dúvida nenhuma essas duas coletâneas deram o que falar e revolucionaram o funk carioca.

Na minha opinião, são as mais importantes na carreira do Marlboro, sou fã desses dois títulos, não tinha como ficar de fora e não comprá-los. Hoje, são considerados relíquias e se v0cê der uma navegada pela internet nos sites que disponibilizam downloads, encontrará várias pessoas pedindo.

Marlboro acertou na escolha dos títulos e do conteúdo, acredito que o "Funk Brasil" tenha sido os divisor de águas em sua carreira e o "Rap Brasil" a sua consagração.

Outras pessoas lançaram LP's e CD's seguindo os mesmos padrões mas em se tratando de obra nacional e oportunidade, os dois foram precurssores e alavancaram as carreiras dos respectivos MC's presentes. Marlboro não parou e depois destes dois sucessos, lançou vários CD's.

Bom, vou tentar falar dos projetos com algumas pesquisas e com ajuda do maior conhecedor da carreira do DJ, o escritor Hermano Viana. Infelizmente não tenho todas as capas para divulgá-las, mas quem curtiu funk nesta época com certeza matará as saudades.

O Funk Brasil 1 foi uma vitória sem precedentes. Até seu lançamento as gravadoras e rádios tinham preconceitos explícitos contra o funk. Muita gente dizia que funk era música de suburbano pobre e que esse público não compra disco (tanto que a maioria dos sucessos internacionais nos bailes cariocas ainda não são lançados no Brasil). Grande erro! Funk Brasil 1 vendeu muito, mesmo sem tocar na grande maioria das rádios ("destinadas" a um público "zona sul"), mesmo sem ter um clip no Fantástico. (Créditos Hermano Viana)


Funk Brasil 2 tem tudo para ser um sucesso ainda maior. Marlboro conhece como ninguém o desejo de seu público. Ele ainda discoteca nos bailes do Rio todos os fins de semana. É a rapaziada da pista de dança que aprova ou não as novidades e que cria muitas das gírias e histórias que aparecem em cada música. As letras säo crônicas perfeitas da nova malandragem (electro-pop) carioca.

O tipo de som utilizado no disco também é escolhido cuidadosamente para fazer dançar a massa. Tudo é feito basicamente com uma bateria eletrônica, um sampler e alguns scratches. O ritmo pesado (derivado principalmente do Bass, o funk eletrônico produzido em Miami e adorado no Rio) é o que importa. Marlboro näo quer repetir o erro, cometido por muitos funkeiros norte-americanos, de fazer sucesso e "sofisticar" sua música, perdendo assim seu público inicial. Portanto Funk Brasil 2 deve ser julgado pela sua eficácia simbólica-dançante, com relaçäo ao público dos bailes, e näo por critérios "artísticos" alienígenas.

Essa ligação da música de Marlboro com o modo de vida e dança de um público tão específico poderia impossibilitar sua penetraçäo em outros lugares. Näo é o que acontece. Funk Brasil faz sucesso em cidades tão diferentes como Recife, Belém, Brasília, Juiz de Fora, Vitória e Pelotas, nos bailes "suburbanos" locais. Um dia os suburbios funkeiros brasileiros vão ser levados a sério e väo ter a divulgaçäo que merecem. Espero ansiosamente por esse dia. Os sonhos de Marlboro mal começaram a se tornar realidade. (Créditos Hermano Viana)


Rap Brasil formou uma grande maturidade musical, que retrata com simplicidade e competência dos MC's cariocas, adicionando novos instrumentos, vozes, os arranjos das composições ganharam uma sonoridade particular. Cada lançamento era aguardado com expectativa pelo público e vendeu milhares de LP's e CD's, transformou a vida de muitos meninos das comunidades cariocas.

O DJ Marlboro, idealizador e produtor deste Funk Brasil, é um dos artistas mais importantes da música brasileira contemporânea. Algumas marcas do DJ: (Matéria antiga, vamos relembrar).

- Marlboro foi eleito o melhor DJ (Disc Jockey ou discotecário, a pessoa que coloca os discos para fazer seu público dançar) no primeiro concurso nacional do gênero realizado no Brasil, em 1989.

- Marlboro comanda diariamente um programa de rádio, de cinco às sete da tarde na Manchete FM, que acaba de completar um ano no primeiro lugar de audiência no dial carioca durante esse horário (qualquer pessoa que já trabalhou em rádio sabe como esse horário, que antecede a Hora do Brasil, é fundamental).

- Marlboro criou o único funk eletrônico brasileiro que se transformou em sucesso de massa.

Isso está comprovado no disco de ouro recebido pela coletânea Funk Brasil 1.

"Não escondo: enumero todos esses dados com o orgulho de ser amigo e admirador do DJ Marlboro desde quando ele era apenas o discotecário das noites de domingo no clube Canto do Rio em Niterói. Confesso que fiquei surpreso ao receber minha cópia do Funk Brasil 1. Tudo aconteceu rápido demais. Eu não acreditava muito na possibilidade de realização dos sonhos, de um dia lançar seus discos ou de criar a Motown brasileira, que Marlboro insis-tente-mente me contava. Afinal, todo mundo sabia que ele nunca teve dinheiro para ter dois toca-discos, os "instrumentos" principais de um DJ, em casa."

Apesar das dificuldades, Marlboro sempre foi pioneiro na introdução de novidades no circuito funk carioca. Ele foi o primeiro a fazer scratch (a utilização da agulha do toca-discos, arranhando o vinil em sentido anti-horário, como instrumento musical) e o primeiro a utilizar baterias eletrônicas, samplers e sintetizadores (primeiro doados ou emprestados e agora comprados) ao vivo nos bailes. Era certo que se um dia alguém gravasse um disco brasileiro representativo do mundo dos bailes esse alguém seria Marlboro. (Hermano Vianna)

Na história do funk carioca, Fernando Luis Mattos da Matta, o DJ Marlboro, com seus 24 anos de carreira, é protagonista. Foi ele um dos primeiros que se destacaram no movimento funk carioca, em 1989, quando abocanhou o primeiro lugar do "Campeonato Brasileiro de DJs".


Neste mesmo ano, Marlboro representou o Brasil em Londres. Foi o pioneiro na nacionalização do funk: compôs as primeiras letras, fez as primeiras produções e lançou os primeiros cantores na coletânea Funk Brasil 1989 pela gravadora Polygram. Depois de muito chão, bailes e amor ao funk, Marlboro chegou ao festival Summer Stage, em junho de 2003, no Central Park, em Nova York, que lhe rendeu uma comentadissima entrevista para o Manhattan Connection.


Foi o primeiro DJ convidado a tocar na história do festival e sua passagem pelos Estados Unidos contou ainda com shows em Nova Jersey, Chicago e Boston. Marlboro contabiliza na sua invejável bagagem a histórica apresentação no Festival Eletrónika de Belo Horizonte no mesmo ano.


Atualmente, Marlboro comanda inúmeros bailes pelo Rio e apresenta o programa BIG MIX na rádio FM O DIA, de segunda a sábado, das 16hs às 18hs - lider de audiência no Brasil há três anos - e assina uma coluna semanal para o jornal "O DIA". Também é editor responsável pela revista mensal "Big Mix Magazine". E além disso, lança os CDs dos grandes nomes do funk pela sua gravadora Link Records.


Não podemos deixar de citar que foi o primeiro DJ a participar, como residente, do programa da Xuxa, na TV Globo, participando, também, no filme " Despertar dos Anjos" nos clips de Nando Rosa, Gueto e Fernanda Abreu que ainda lhe prestra homenagem na letra "Brasil País do Swing". Trabalhou como ator, representanto o próprio, na série "Cidade dos Homens" – Fernando Meirelles- também na TV Globo.


Tem sua trajetória registrada nos livros: "Cidade Partida" de Zuenir Ventura; "O Mundo Funk Carioca"de Hermano Viana; "Abalando os Anos 90" de Michel Herschmann. Já lançou dois livros: "Funk no Brasil – Por Ele Mesmo" e "Aventura do Dj Marlboro Pela Terra do Funk".


Suas batidas graves foram a estrela maior na Espanha, Londres, Estados Unidos, França, Inglaterra, Croácia e Eslovênia e Colombia.


Pioneiro da cultura do ritmo, Marlboro é finalmente tratado como merece, sendo reconhecido definitivamente como um dos papas da música eletrõnica no Brasil.


(Créditos release: site Big Mix - Autorizado pelo próprio Marlboro)

Outros títulos do DJ Marlboro:

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(Créditos fotos: Big Rap e DJ Marcelo Negão)



"Se você e/ou sua empresa possui os direitos de alguma imagem/reportagem e não quer que ela apareça no Funk de Raiz, por favor entrar em contato. Ela será prontamente removida".
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Batidão do Morro tira o sono do Asfalto

21/08/2008 comentários
JORNAL POVO - Título da Matéria: BATIDÃO DO MORRO TIRA SONO DO ASFALTO.

Legenda: Vizinhos de Comunidades carentes sofrem com barulhos de bailes funk e policia não pode fazer nada.

Caros Felipe e Natália, não moro no asfalto, moro na favela, no Complexo da Favela de Acari, no Conjunto Habitacional Amarelinho de Irajá, comunidade onde, o seu colega de jornal, MC Alex, graças ao Funk, mantém um projeto sociocultural que atende cerca 800 crianças e jovens.

Posso garantir a vocês, aos seus leitores do asfalto, que não são só eles que sofrem com os bailes Funk. Nós que moramos na favela também sofremos. Mas não é só com o Funk, com os ensaios de escola de samba, com igrejas evangélicas que, muitas vezes fazem cultos e vigílias até de madrugada.

Sou poeta e animador cultural, trabalho há cerca de 35 anos com todas as manifestações culturais populares que acontecem nas periferias das grandes cidades como Rio.

Vou deixar pra depois do encontro no circo, ao Coronel Marcus Jardim, uma resposta à altura do que ele merece, por enquanto, com relação a ele, me limito a dizer que, gavião que tem rabo de palha não joga busca pé em papagaio.

Com relação ao conteúdo da matéria; Posso garantir a vocês que, os artistas do funk, como qualquer artista, são solidários a vocês, e precisam também a solidariedade de vocês para resolver problemas como este.

Primeiro uma explicação, que vale para Acari, mas pode valer para boa parte, das favelas onde são promovidos bailes funk. Existe uma crença que o trafico de drogas de cada local desses 'fatura' muito mais do que em dias em que não há baile. Com relação a Acari, depois de uma pesquisa informal, descobri que o alimento da venda de drogas, não passa de 15 por cento. Por outro lado, já trabalhei em bar de baile funk, tanto dentro do baile, como em bares e barracas ambulantes da redondeza: A venda de bebidas, alcoólicas e refrigerantes mais que triplica. Pergunta se os fabricantes de bebidas e distribuidores emitem nota fiscal?

Nós, que diretamente ou indiretamente somos ligados ao funk, ao longo dos anos, estamos vendo empresários e promotores da funk enriquecerem comprarem suas mansões e aviões, roubarem descarada e impunemente, os artistas, como outros já o fizeram com o samba, com o blackrio, com a música gospel, inclusive funkgospel e com o futebol.

Partindo do futebol. Tenho alguns amigos jogadores profissionais e eles reclamam muito das condições de gramado, de vestiário, de segurança, dos estádios onde vão jogar. Alguns grandes e belos estádios aliás. Mas que não oferecem nenhuma condição das instalações para que eles, como profissionais de futebol, exerçam sua profissão de maneira digna e respeitosa.

Com os artistas do funk, não é muito diferente. Aliás e igual e tão ruim como é para qualquer artista, seja de funk, hip hop, samba, gospel, que vá se apresentar na maioria das casas de show, clubes, etc. A maioria não tem camarins, banheiros ruins, aparelhagem de som ruim. O fato do som ser muito alto e incomodar os vizinhos, tanto de dentro quanto de fora do lugar, não quer dizer que o som seja bom, mas apenas barulhento.
Que, muitas vezes incomoda, não só quem tá dentro do baile, como os próprios artistas que gostariam muito que suas músicas e suas mensagens fossem ouvidas nítida e claramente.
Com relação ao barulho. Toda a grana que sobra como lucro, de bailes, festas, etc. em apenas um clube, escola de samba ou associação comunitárias dessas, em apenas dois fins de semana daria muito bem pra promover reformas nas instalações, isolamento acústico, reforma em banheiros, construção de camarins, etc.

Com relação as leis que normalizam a questão do ruído, o embora a matéria, não site a de onde é a Lei nº. 126, de maio de 1977, na minha opinião, das leis citadas, é a única que tem validade real e constitucional. O resto é casuísmo, oportunismo eleitoral, autoritarismo pós ditadura militar racismo, a cirminalização da pobreza e da juventude pobre das favelas e das periferias, tanto do governo Cabral, quanto do prefeito. Criminalização esta que não é de agora, a gente não pode esquecer que, quando a policia quebrava pandeiros, violões, cavacos, etc. de Pixinguinha, cartola, João da baiana, sinhô, Ismael silva, Carlos cachaça, eles eram jovens negros pobres e favelados, e por causa disso tudo criminalisados, discriminados e perseguidos, em suas vidas diárias em suas culturas populares oprimidas pulares afrodescedentes. O Antony garotinho, Sergio Cabral, bel trames, César Maia, e Marcus Jardim de hoje, são os agentes da primeira republica, do dip da ditadura Getulina e da ditadura militar dos anos 60,70 e 80.

Como qualquer manifestação cultural, dita popular ou erudita, o funk, os problemas do funk é um problema de cultura e não de policia. As soluções para seus problemas devem ser buscadas, na cultura e não na policia. Por mais culto, que seja um delegado, secretários de segurança pública ou coronel PM, suas atribuições são as de fazer cumprir as leis em vigor, de uma maneira geral, e no caso, com relação as manifestações culturais. Não cabe eles, usurpar do poder legislativo e executivo, e criar e por em vigor leis sobre qualquer matéria. Nem o poder executivo, na figura de seu governador, prefeito ou presidente da república, delegar, ao seu secretário de segurança pública, de saúde ou de agricultura administrar a cultura de seu estado, seu município seu pais.Como o fizeram os primeiros presidentes da 1ª republica, o ditador Getulio Vargas, os ditadores militares dos anos 60,70 80. e os governadores garotinho e Sergio Cabral.

Deve dar essa atribuição e os secretários de cultura, do meio ambiente que cuida da poluição sonora e de administração para cuidar da papelada com alvarás, documentos das regiões administrativas. Delegacia? Batalhão? Vem depois, muito depois e não para mandar, impor, reprimir, mas auxiliar cumprir as leis e não criá-las.

Ou alguém acha que o projeto lei sobre funk, de autoria do deputado Marcelo Freixo, do PSOL e do deputado Wagner Montes vão ser apreciados, discutidos, debatidos pelos funkeiros, por eles enquanto legisladores, como secretário bel trame ou com o coronel Marcus Jardim?

Com certeza que não. O papo reto, direto será com o governador, com seus secretários da áreas que citei acima.

Tanto o governador, quanto, seus secretários, jornalistas como os do Povo, todas as pessoas, que como eu se sentem incomodadas com o barulho do dos bailes funk, seja no asfalto, seja nas favelas, podem ter certeza de uma coisa. Quem menos vem ganhando, e muito sendo roubado, discriminando e mais reprimido, nisso tudo são os artistas do funk.
E os que mais tem cumprido seus deveres profissionais enquanto artistas, embora tenham mais seus direitos desrespeitados e violados. Não só pelo pode executivo e pela policia, mas sobretudo, pelos grandes empresários/tubarões do funk.

Sem todas as leis, que regem a cultura e as diversões públicas neste estado e nesta cidade, fossem cumpridas e respeitadas por todos, inclusive e principalmente, coisas como direitos autorais e semelhantes. Com o certeza, MC ALEX, um dos pioneiros e mais talentosos artistas do funk, bravo colunista do jornal O Povo, não estaria fazendo das tripas coração pra manter vivo o Centro Social Futuro Feliz, que conta com meia dúzia de instrutores voluntários e quase mil crianças e adolescentes, em projetos que vão do futevôlei, ao inglês, as aulas de capoeira, Jiu Jtsu e teoria musical.

É isso.

Autor: Deley de Acari

Quer saber mais sobre ele ? Clique abaixo:


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Força do Rap

20/08/2008 comentários
Nave, JL, Alex, Pixote, Pingo, Marquinhos e Betinho

Em 1993, sete amigos, (J.L., Pingo, Pixote, Marquinhos, Betinho, Alex e Nave) todos vendedores de sinal de trânsito em Irajá, resolveram formar um grupo de RAP, o nome sugerido: "A Força do Rap".

A primeira música "Rap da Paixão", foi sucesso imediato e a mais pedida da rádio Imprensa em tempo curto de 1 semana.

Precursores da idéia de bonde no funk, a Força do Rap sacudia as estruturas por onde passavam, 07 meninos talentosos e cheios de charme. A massa funkeira feminina passava mal literalmente com os meninos nos palcos.

O escritório da “Águia Disco”, era lotado de fotos, cartas e presentinhos para os meninos. Viajaram e levaram o funk pros quatro cantos do nosso Brasil.

Durante dois anos sacudimos a massa funkeira com este sucesso e gravamos um CD pela EMI-ODEON.

Vendemos 120 mil cópias e ficamos conhecidos por todo Brasil.

Participamos dos programas: Xuxa Hits (Globo), Furacão 2000 (CNT), Paty Beijo (Manchete), Quem sabe sábado (Record), Canal 7 (Band), entre outros.

Em 2004 o grupo diminuiu com a saída de 4 integrantes: Pixote, Alex, Betinho e Nave.

J.L., Marquinhos e Pingo, continuam fazendo música e cantando como a "Força do Rap"

Betinho foi assassinado, pela polícia dentro de sua comunidade, em uma dessas cruéis fatalidades que estão mal resolvidas até hoje.

Pixote é pastor, Alex conduz o projeto idealizado por Betinho, continua cantando em carreira solo e Nave não quer mais saber de funk.

Ouça "Rap da Paixão"


Ouça "Barraco no Morro"


Ouça "Saber te amar"

Créditos Texto e Foto: Força do Rap; Colaboração: Claudia Duarcha
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Encontro de Jovens (MST)

18/08/2008 comentários
Organizado por Mardonio, o encontro dos Jovens na UFF (Niterói) foi um sucesso, regado com muitas palestras, eventos e apresentações.

Gallo, Jr, Leo e William

No final de cada dia tinham shows e na 5ª feira foi a vez do funk. William, Gallo, Jr, Leonardo, Taffarel e Markinhos sacudiram as estruturas da UFF e levaram muita diversão e poesia aos jovens presentes.


Os meninos fecharam com as causas desenvolvidas pelo Movimento sem terra e foi um marco na carreira de cada um. Eu como funkeira, não tinha ouvido falar (ainda), de uma união tão perfeita e tão diferente ao mesmo tempo.

O funk não só quebra barreiras como também é consciente, a prova maior é estar junto ao MST em uma ocasião tão especial.

Parabéns à todos!!!!!!!


William, Gallo, Jr., Andrea, Leo e Yuka

Créditos fotos mardonio e Adriana Facina

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Shows dos MCs Galo e William (BH)

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Gallo e William do Borel sacudiram Minas em mais um evento organizado por Marcos (Captura Promoções Eventos), Jiraia, Jow e Gordin.



A parada desta vez foi na comunidade do Cafezal, com participações ao vivo na Rádio Favela, convidados pelos DJ's Arame , Marquinhos e Leitão.







O show foi sucesso absoluto, William e Gallo marcaram mais uma vez um lugar especial nos corações mineiros.

É o funk sem fronteiras!!!!!!!!

Créditos fotos Marcos e Jiraia
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Circo Voador

17/08/2008 comentários



O Movimento Funk é Cultura convida a todos os profissionais e amigos do funk para nossa roda de funk e nosso debate sobre a formação da APAFunk (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk).

Através da cultura que diverte e faz pensar queremos garantir o direito de expressão da poesia da favela e o respeito ao trabalho dos MCs, DJs e todos os trabalhadores que de fato fazem o funk acontecer.

No debate, teremos especialistas em direitos autorais, dicas jurídicas para a formação da associação e definiremos o local da sede da APAFunk.

Presenças confirmadas: Amilckar, Junior, Leonardo, Taffarel, Mano Teko, Neném, Lasca, Tuzinho, Xandinho, Marcelo, Padilha, Galo, Carlinhos, Dolores, Juninho, William do Boréu, Tiana, Vânia, Julinho Santa Cruz e DJs Marcelo Negão, JF, Nil, Amazing Clay, Balloo.

Venha contribuir com suas idéias e sua alegria!

Quando: 24/08/2008, às 13h.

Onde: Circo Voador.

Quanto: a entrada é franca, mas passaremos o livro de ouro para ajudar na formação da APAFunk.

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2ª Festa Funk Soul Black

15/08/2008 comentários

Pra quem não sabe, anote aí: de segunda a sexta-feira no site http://www.funkcarioca.tv/ você tem um encontro marcado com o programa RITMO QUENTE, OS CLÁSSICOS DO FUNK. Esse trabalho está voltado para os grandes clássicos do funk, precisamente aqueles que sacudiram os clubes do Rio de Janeiro nas décadas de 80 e 90. Produção musical, mixado e tesourada: Humberto DJ - Horário: 9 às 10 da noite !!!!!!!

Confirmadíssimo o evento do próximo dia 06 de setembro no River. É a segunda edição da festa FUNK SOUL BLACK. Desta vez a equipe homenageada será a SOUL GRAND PRIX, com a participação dos Djs Samuel, Maxs Peu e Peixota. Além da SGP teremos a participação da Equipe Live e Cash Box.

Totalmente renovada e com a mesma potência que a consagrou ao longo dos anos, a CASH BOX O SOM ACIMA DE NORMAL está sob nova administração. O grande Manel, diante deste novo projeto, irá atender não somente o público atual, bem como contemplar os inúmeros fãs da CASH BOX.

Muita gente, ou melhor, muito DJ perdido quando está no comando de uma festa temática, principalmente quando o assunto é anos 60 e 70. O que mais se escuta é o Dj perguntado: "O que eu toco agora ?"

O projeto da festa FUNK SOUL BLACK desencadeou uma série de eventos na mesma esfera. Pelo menos a inciativa original veio de encontro com a necessidade de resgatar as origens do autêntico funk carioca.

No Youtube é possível ver vários vídeos que enfocam a história do funk. Quando eu digo história me refiro a verdadeira história, ou seja, melhor você dar uma conferida lá e tire suas conclusões.

Mais informações? Acesse:



Créditos texto e foto blog O Mundo Alucinante do Verdadeiro Funk.


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Alerj cassa Álvaro Lins

13/08/2008 comentários

Ex-chefe da Polícia Civil perde mandato com 36 votos, número mínimo para excluir um deputado.

Rio - O ex-chefe de Polícia Civil Álvaro Lins (PMDB) tornou-se ontem o terceiro deputado estadual a ser cassado este ano pela Assembléia Legislativa do Rio (Alerj). Em sessão histórica, o plenário da Casa aprovou o pedido de cassação elaborado na semana passada pelo Conselho de Ética. A decisão só foi anunciada com a abertura do último dos 63 envelopes dos parlamentares presentes: era o 36º voto favorável à saída de Lins — exatamente o número mínimo necessário para decretar a perda de mandato, equivalente à metade mais um do total de 70 deputados da Alerj.


Lins ainda recebeu 24 votos a favor e contou com o apoio de mais três deputados que se abstiveram e sete que faltaram à sessão de ontem. Acusado pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) de lavagem de dinheiro, corrupção passiva, descaminho para contrabando e formação de quadrilha armada, o ex-chefe de Polícia Civil perdeu também o direito a foro especial. Com isso, não há mais nenhum impedimento para que ele seja preso.

O delegado foi chefe da Polícia Civil nos governos de Anthony Garotinho — também indiciado por formação de quadrilha no mesmo inquérito de PF — e de sua mulher, Rosinha Garotinho.

Quando o presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), disse “sim” depois de abrir o último envelope, a galeria central do plenário da Alerj, onde se concetravam os manifestantes contrários a Lins, explodiu em gritos de comemoração. Um dos que mais festejaram foi o delegado Alexandre Neto, um dos maiores desafetos do ex-deputado na Polícia Civil.

Acompanhado de advogados e seguranças, Lins saiu por uma das portas principais do plenário e não deu nenhuma declaração aos jornalistas. As galerias laterais — parcialmente tomadas por pessoas que apóiam o ex-chefe de Polícia Civil — silenciaram com o anúncio do resultado da votação.Apesar de apertada, a cassação de Lins é uma tentativa de recuperar a imagem da Alerj, desgastada pelos muitos escândalos envolvendo deputados e pela decisão de relaxar a prisão em flagrante do próprio Lins, em maio, após a Operação Segurança S/A da Polícia Federal.

Picciani chegou a articular de maneira discreta a favor da cassação. Evitou receber o parlamentar, que forçou um encontro na semana passada, e argumentou com deputados sobre a importância de se cassar o ex-chefe de Polícia. A Alerj convoca ainda hoje O suplente Renato de Jesus (PMDB) para substituir Álvaro Lins.

TORCIDAS A FAVOR E CONTRA A PERDA DE MANDATO

Durante toda a sessão, as galerias do plenário da Alerj permaneceram lotadas pelo público que queria acompanhar de perto a votação. Em clima de torcida de futebol, a platéia vibrava a cada voto apurado. Após a leitura do último envelope, que decretou a cassação do ex-chefe de Polícia Civil do Rio, os defensores da punição explodiram gritando: “Lins, fora! Lins, fora!”.

“Já estava na hora de essa Casa fazer Justiça. O povo está cansado de políticos corruptos”, destacou a publicitária Alessandra Martins, 33 anos, que acompanhou toda a votação. “Esse resultado trouxe um pouco de esperança para todos nós e serviu para mostrar que nem tudo está perdido na política fluminense. Os poderosos também precisam sentir o peso da lei”, disse a professora Adriana Facina, 37, que também marcou presença nas galerias da Alerj.

Acompanhado de 10 amigos, o DJ Marcelo dos Santos, 33, resumiu a expectativa do grupo. “Agora só falta o Judiciário fazer a sua parte para que a carreira criminosa dele (Lins) chegue ao fim”, cobrou Marcelo, que disse que iria ‘bebemorar’ o resultado da votação. De acordo com a equipe de segurança da Casa, 193 pessoas foram autorizadas a assistir a votação das galerias. Pelo menos outras 100 foram barradas.


Mais um vitória!!!!!! Nossa turma como sempre, marcando presença nos momentos mais importantes e participando das mudanças em nossa história. Infelizmente não pude ir, mas em pensamento estava lá. Valeu pessoal!!!!!!!!!!

(Créditos: O Dia)

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Bis

12/08/2008 comentários
Festa da Galoucura, foi um sucesso!!!!!!!!

Gallo arrebatou a torcida que cantou, dançou e festejou a presença do MC carioca.

Mais uma vez o blog, divulga as fotos em 1ª mão. Gallo e Marcos confiando em nosso trabalho!!!!!

O sucesso foi tão grande, que a galera de BH pediu e ele fará mais uma apresentação.

Minas Gerais vai sacudir ao som do MC Gallo da Rocinha.

Seguem as informações:

Data: 16/08

Horário: 23:00

Local: Aglomerado da Serra - Praça da Lira - Vila Cafezal


Marcos e Gallo

Gallo

Gallo

Palco


Palco



Dentinho, Marcos e Gallo

Dentinho e Gallo

Gallo e Teco


DJ Rogério Oliveira, responsável pela festa!!!

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Lei - Movimento Funk é Cultura

10/08/2008 comentários
Clique nas fotos abaixo para ler o conteúdo.





(Créditos contéudo: Integrantes da APAFUNK e Marcelo Freixo)

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JB Niterói

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Clique nas fotos abaixo para ler o conteúdo.




Mais uma matéria sobre nosso encontro, manifesto e lei.
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Circo Voador 09/08/08

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Mais uma edição 'Eu amo baile funk'

O Circo Voador recebeu o evento Eu amo baile funk neste sábado.

Estavam reunidos a Velha Guarda do Funk carioca e MCs do circuito. Entre as atrações confirmadas, Duda do Borel, Amaro, Julinho Santa Cruz, Taffarel, Sabará, Bob Rum, Galo, entre outros.

A expressão 'Velha Guarda do Funk' surgiu em 2004 com o intuito de lembrar o papel importante de inúmeros colaboradores para o segmento.

Antes e depois dos shows, comandaram a pista os DJs Grand Master Raphael, Sandrinho, Julinho DJ, Kiko e Sany Pitbull.

As projeções ficaram por conta dos VJs China e Maurição.

Créditos fotos Adriana Carvalho Lopes - Drica
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