Em meados dos anos 90, há uma pequena reviravolta no mundo Funk. As equipes de som promovem Festivais de Rap's nas favelas onde haviam bailes e lançam em discos as gravações lá realizadas. Assim surgiram os MC's cantando funk nacional, conhecido como RAP. Demos identidade a tudo que era chamado de clássicos, antigo e/ou velho. Hoje, a história dos artistas que legitimaram o Funk como movimento cultural e genuínamente carioca foi qualificada e eternizada por nós como Funk de Raiz.

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Para pedir musica ou mandar seu alô: (21) 3462-7689

PERFIL ORKUT

31/07/2008 comentários: 1


Você fã do blog e frequentador nosso perfil no orkut, está procurando e não encontra, seguem nossas explicações:

Por maldade e inveja, denunciaram o perfil como "violador" dos termos de uso do Google e Orkut, como o mesmo não tem nenhum critério para tal procedimento, nos suspendeu sem nenhuma avaliação prévia e/ou consciente.

Continuaremos nosso trabalho e faremos tudo de novo quantas vezes forem preciso. Jamais desistiremos pois aqui o primordial é a divulgação e mostrar a importância destes meninos em suas comunidades, Brasil e no funk.

Como já disse antes, não temos nenhuma ajuda financeira ou cobramos nada, realmente isso incomoda, fazemos por amor e admiração. Trabalho despretensioso, mas com muito respeito e dedicação tem alcançado patamares bem maiores que muitos espalhados por aí com objetivos bem diferentes dos nossos.

Começamos este movimento em um momento que tudo parecia perdido, resgatamos histórias muitas vezes desconhecidas, temos arrancado muitos elogios e acima de tudo o respeito e carinho dos artistas aqui mencionados direto ou indiretamente, muitos (99,9%) foram extorquidos ou usados enquanto davam retorno, então agora depois de chamar a atenção e criar um movimento de conscientização à favor, estamos incomodando e várias pessoas querem pegar o "bonde andando e ainda viajar na janela", por isso tanto interesse em nos prejudicar.

Somos persistentes e vitoriosos, incomodaremos muito mais. Pode apostar!!!!!!!

Cuidado, o google não tem critérios para nada inclusive informar os covardes em ação!!!!!!

"A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível mas porque se compõe, em essência, de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio de autovalorização, de tal modo que a alma, dividida, fala para fora com a voz do orgulho e para dentro com a do desprezo, não logrando jamais aquela unidade de intenção e de tom que evidencia a sinceridade."

Inveja (Desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. Desejo violento de possuir o bem alheio.)

Recado dado!!!!!!!!!

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A ORIGEM DOS ENCONTROS DE MC´S

29/07/2008 comentários
Relato de Luciana Campos (Abelhinha)


Em Outubro do Ano de 2006, conversando com o MC Taffarel, sentimos a necessidade de trazer a união para o Funk, algo que fortificasse o Funk de Raiz, muitos estavam longe disso e também seria uma forma de troca de contatos. Rapidamente, escolhemos uma data e o local, ligamos para as pessoas e muitos fizeram pouco caso, mas eu acreditava no que estava fazendo! Neste encontro estiveram presentes o MC Taffarel, MC Teko e MC Neném, entre outros amigos que acompanham o Funk. Foi realizado nos quiosques atrás do Aeroporto Santos Dummont em clima de muita alegria, não tínhamos microfone, mas soltaram a voz, em uma rodinha simples, mas muito animada, nos trazendo velhas e boas lembranças!

Então vieram outros encontros, já com microfone, bases, essas coisas... e outros MC's, como Marcelo (Padilha), William do Borel, Beto do Batô, Markynhos, Xandynho, Julinho, entre outros nomes de sucesso, mas a lista de MC's não era tão grande e sem locais definidos, aconteceu na casa da Naiá, em Bonsucesso, o aniversário do Taffarel, com o tema LIGA DA JUSTIÇA; depois o chá de bebê em minha casa, organizado pelos MC's; em Rocha Miranda, a comemoração de dois meses do meu filho, Dia das Crianças, entre outros. Mais uma vez, o aniversário do Taffarel, em uma Chopperia, no Cachambi e as reuniões seguiram para o Campinho e, em uma dessas, tive a oportunidade de conhecer pessoas surpreendentes, aliás, isso o Funk tem feito constantemente, me traz pessoas ótimas! E enfim, dessa vez os anfitriões não fomos nós, mas sim, Adriana e Mardônio, que com muita simplicidade e simpatia nos receberam e foi o melhor encontro desde Dezembro de 2006.

Me senti muito bem, foi como ter criado um filho com muita responsabilidade e descobrir que agora ele pode caminhar sozinho e com excelentes companhias, respirei fundo e pensei: Somos uma equipe muito forte e nós somos os culpados por tudo está dando certo e a receita desse sucesso é a união, a amizade, o respeito, profissionalismo e acima de tudo, o bem-estar e a vontade de ajudar, somos solidários!

"Entreguei meu filho para um casamento perfeito! Tive medo de cair em mãos erradas! "

"Nunca tive essa dúvida ao lado dessa equipe e jamais usaria meu nome numa coisa que duvidasse ser errada! "

"Obrigada, por cuidarem tão bem desse filho recém-nascido, mas com muito progresso nessa caminhada! "

Luciana Campos (esposa do Taffarel), idealizadora dos encontros.
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Manifesto

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O funk é hoje uma das maiores manifestações culturais de massa do nosso país e está diretamente relacionado aos estilos de vida e experiências da juventude de periferias e favelas. Para esta, além de diversão, o funk é também perspectiva de vida, pois assegura empregos direta e indiretamente, assim como o sonho de se ter um trabalho significativo e prazeiroso. Além disso, o funk promove algo raro em nossa sociedade atualmente que á a aproximação entre classes sociais diferentes, entre asfalto e favela, estabelecendo vínculos culturais muito importantes, sobretudo em tempos de criminalização da pobreza.

No entanto, apesar da indústria do funk movimentar grandes cifras e atingir milhões de pessoas, seus artistas e trabalhadores passam por uma série de dificuldades para reivindicarem seus direitos, são superexplorados, submetidos a contratos abusivos e, muitas vezes, roubados. O mais grave é que, sob o comando monopolizado de poucos empresários, a indústria funkeira tem uma dinâmica que suprime a diversidade das composições, estabelecendo uma espécie de censura no que diz respeito aos temas das músicas. Assim, no lugar da crítica social, a mesmice da chamada “putaria”, letras que têm como temática quase exclusiva a pornografia. Essa espécie de censura velada também vem de fora do movimento, com leis que criminalizam os bailes e impedimentos de realização de shows por ordens judiciais ou por vontade dos donos das casas de espetáculos.

No entanto, a despeito disso, MCs e Djs continuam a compor a poesia da favela. Uma produção ampla e diversificada que hoje, por não ter espaço na grande mídia e nem nos bailes, vê seu potencial como meio de comunicação popular muito reduzido.

Para transformar essa realidade, é necessário que os profissionais do funk organizem uma associação que lute por seus direitos e também construa alternativas para a produção e difusão das músicas, contribuindo para sua profissionalização. Bailes comunitários em espaços diversos e mesmo nas ruas, redes de rádios e TVs comunitárias com programas voltados para o funk, produção e distribuição alternativa de CDs e DVDs dos artistas, concursos de rap são algumas das iniciativas que os profissionais do funk, fortalecidos e unidos, podem realizar. Com isso, será possível ampliar a diversidade da produção musical funkeira, fornecer alternativas para quem quiser entrar no mercado, além de assessoria jurídica e de imprensa, importantes para proteger os direitos e a imagem dos funkeiros.

O primeiro passo nesse processo é a união de todos, funkeiros e apoiadores, pela aprovação de uma lei federal que defina o funk como movimento cultural e musical de caráter popular. Reivindicar politicamente o funk como cultura nos fortalecerá enquanto coletivo para combatermos a estigmatização que sofremos e o poder arbitrário que, pela força do dinheiro ou da lei, busca silenciar a nossa voz.

Tamos juntos!

(Créditos: Integrantes da Apaf)
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Fotos do encontro

28/07/2008 comentários

Marcos (empresário), Jiraia e Bob e Cosmo (rapaziada da Galoucura)

Beto do Batô, Tuzinho, Gallo e Lasca

Jr., Leonardo e Chico Alencar

William do Borel e Leonardo



Galera unida, vence unida!!!!!!!

Matéria do Caderno Niterói (Jornal do Brasil)

Mural do Funk

Raffa Carioca

Carlinhos e Marcelo Yuka

Yuka, Marcelo do Rap, Xandinho e Tiana

Taffarel e Yuka

Marcelo do Rap (dupla com Padilha)

Primo, Beto do Batô, Taffarel, Primo e Raffa Carioca

Beto do Batô

Taffarel

Xandinho

Xandinho

Taffarel, Lasca, Marcelo e Tuzinho

Tiana Celta

Markinho Apaixonado


Tuzinho, Marquinhos, Abelinha (Srª Taffarel) e Beto do Bato


Beto do Batô e o primo


William do Borel, Lasca, Carlinhos, Tuzinho, Mano Teko, Markinhos (Força do rap) e

DJ Marcelo



Tiana, Markinho, Dollores, Carlinhos, Gallo e Binho


Figuraça do Julinho Santa Cruz



Marquinhos (F.R.) e Marcelo do Rap


Carlinhos e William Dollores



Galera Reunida



Marcos e William



A felizarda e seus ídolos!!!
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O poder de Adriana Facina

27/07/2008 comentários
Eu costumo escrever no Blog baseada em minhas emoções, o que vivencio ou vivenciei, por isso voce encontra alguns posts repletos de fanatismos. Hoje saio de cena (com muito orgulho) e deixo a minha amiga Adriana Facina colocar em prática todo seu talento, profissionalismo, emoção, poder e sensibilidade neste relato.

O blog agradece mais uma vez por tudo que ela tem feito em relação ao movimento, MC's e o blog "Funk de Raiz", te-la do nosso lado é sinonimo de vitórias, admiração e orgulho.

Dri, obrigada por tudo, desde quando tudo começou!!!!!!!!!!!


Relato do encontro de MCs e Djs no dia 26.07.2008 em Niterói


Antes do início do encontro, o RJ TV (Globo) gravou uma reportagem, que foi ao ar no próprio sábado, com os MCs da antiga que estavam organizando o evento. A matéria pode ser assistida no site

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM860895-7823-MCS+QUEREM+REVIVER+FUNK+ANTIGO,00.html.

Ao meio-dia, MCs, DJs e amigos do funk começaram a chegar e, num trabalho coletivo, organizamos o churrasco, preparamos as comidas e arrumamos o som para a roda de funk. Claudinha, do blog Clássicos do Funk, fez, com ajuda de Pedro, estudante de História da UFF, um belíssimo mural-homenagem aos MCs e DJs. Rolou futebol (aliás, quem levou a bola favor devolver para podermos organizar a próxima pelada) e logo a roda começou, com MCs cantando antigos sucessos e novas composições. Como sempre, quando se trata da voz da favela, houve um problema de discriminação no prédio e uma tentativa de se impedir que o funk, mesmo sem apologia ou putaria, fosse tocado. Mas não atrapalhou a festa e acabou fortalecendo ainda mais a união de todos.

A roda foi interrompida às 15h para o início do debate. MC Leonardo apresentou para todos a situação do funk hoje e as reivindicações dos funkeiros. Lemos o Manifesto do Movimento Funk é Cultura, que foi apoiado por todos os presentes. Tiramos algumas linhas de ação:

1. Realizaremos um próximo encontro, visando organizar a Associação dos Amigos e Profissionais do Funk ,no Circo Voador, em agosto;

2. Faremos um plano de trabalho para realizar concursos de raps nas favelas e pensar projetos para garantir auto-sustentabilidade do movimento e uma produção cultural própria;

3. Pensarmos eventos e ampliação da divulgação do movimento, bem como os apoios de amigos do funk.

Os vereadores de Niterói Renatinho (PSOL), Paulo Eduardo Gomes (PSOL), Waldeck Carneiro (PT ex-secretário de educação de Niterói), o vereador do Rio de Janeiro Eliomar Coelho (PSOL), o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) e o deputado federal Chico Alencar (PSOL) se comprometeram com a elaboração de leis em diversos níveis definindo o funk como movimento cultural popular. Adair Rocha, representante do Ministério da Cultura, também se pronunciou em apoio ao movimento.

Depois dos debates, voltamos a fazer a roda, com muita animação e emoção. A energia da área verde foi cortada pela síndica do prédio, que tentou nos intimidar e expôs todo o preconceito existente quanto ao funk, dizendo que era coisa de bandido. Essa atitude dela terá de ser respondida na Justiça, pois entraremos com uma ação contra o condomínio. Mesmo assim, seguimos com a festa, desta vez no salão de festas do prédio, que também tinha sido alugado por nós.

Por volta das 20h, encerramos a festa. Antes do fim, entretanto, recebemos a presença de Marcelo Yuka, trazido por Orlando Zaccone, para fortalecer o movimento e também a saudação via rádio do MC Doca, que cantou algumas músicas na roda, mesmo à distância. Terminamos cansados, porém felizes e unidos na certeza de que foi só o começo e que muita coisa bonita vem por aí. Certos da capacidade e do poder que o funk tem hoje de se comunicar e transformar essa realidade em que vivemos.

Tamos juntos e misturados!

Das mais de 100 pessoas presentes, listamos algumas abaixo, lembrando que muitos MCs e DJs não puderam vir por não terem o dinheiro da passagem:

MCs: Gallo, Junior e Leonardo, Dolores, Mano Teko, Juninho, Carlinhos, Julinho Santa Cruz, William do Boréu, Tuy do Rep, Chaveirinho, Mulekes Facinho, Binho, Marcelo do Rap, Markinho, Raffa Carioca, Xandinho, Beto do Batô, Taffarel, Tiana, Vitinho, Lasca, Tuzinho, Marquinhos (Força do Rap) e Luciana Campos.

DJs: Babu, Marcelo Negão, Nil.

Representantes do MST e outros movimentos sociais: Mardonio Barros, Neto, Mariana Duque, Marcelão (MTD), Marcelo Edmundo (CMP).

Jornalistas e escritores: Silvio Essinger (autor do livro Batidão, uma história do funk), Marcelo Salles (Caros Amigos e Fazendo Media), duas repórteres do JB, Fernanda Chaves, Claudia Duarcha (blog Clássicos do Funk).

Autoridades: Adair Rocha (Ministério da Cultura), Chico Alencar (dep.federal PSOL), Marcelo Freixo (dep. Estadual PSOL), Eliomar Coelho (vereador PSOL), Paulo Eduardo Gomes (vereador PSOL), Renatinho (vereador PSOL), Waldeck Carneiro (ex-secretário de Educação de Niterói), Conrado Arias (conselheiro de Cultura de Niterói), Orlando Zaccone (delegado de Polícia).

Artistas: Marcelo Yukka (cantor e compositor), Ludi Um (cantor, compositor e conselhieiro de cultura de Niterói), Gas-Pa (coletivo de hip-hop Lutarmada), Delírio Black (coletivo de hip-hop Lutarmada), Andrea Rossi (cineasta italiano que está fazendo um documentário sobre funk).

Empresários: Lidiane Madureira, Jamaika.

Intelectuais: Adriana Lopes (lingüista), Alexandra Lippman (antropóloga), Adriana Facina (antropóloga), Hannah Sarnecki (antropóloga), Ana Claudia Tavares(advogada), Ivi Castillero(médica), Luciana Barcelos (historiadora), Pâmella Passos (historiadora) bem como os estudantes da UFF Ícaro Ferraz, Adriana Mattos, Raquel Santanna, Pedro Nunes e Silvia Oliveira.

Integrantes da Torcida Galoucura

(Créditos: Adriana Facina)

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Novo site do MC DOCA

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Pessoal, MC Doca hoje segue carreira solo e está inaugurando o seu novo site.

No site voce encontrará tudo sobre sua carreira, projetos, fotos, vídeos, enfim... será um canal direto entre o ídolo do funk e seus fãs.

Vale a pena conferir, o projeto está lindo!!!!!!!!!!

"Doca meu amigo, blog está a sua disposição sempre que precisar, estamos juntos e misturados!!!!!!! Sucesso nesta nova estrada, Deus continue te iluminando e enchendo sua vida de saúde, paz, amor e muito sucesso.

Nós te adoramos!!!!!!!!!"


http://www.mcdoca.com/

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Chamada para "Encontro dos MC's"

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Chamada para nosso encontro realizado em Niterói/RJ - 26/07

"Som que antes era considerado da favela agora desceu o morro. Grupo de MCs quer conquistar para o ritmo o título de movimento cultural. Eles lembram antigos sucessos e criticam as letras atuais."

Jr., Leonardo, Dollores e Carlinhos.



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MC Sabará

23/07/2008 comentários

Em Agosto de 1991, Sabará e 0 irmão, DJ Prince foram convidados para dançar com MC Pintinho da Furacão 2000, no programa: “Xou da Xuxa” na TV Globo.

A nova experiência mexeu com Sabará e despertou o interesse pelo palco. Decidido, resolveu ingressar na jornada em busca do seu ideal. Começou a cantar com o irmão e um ano depois gravaram o primeiro hits, o “Rap do Calote” lançado no LP da equipe de som: “Show Mix”, produzido por DJ Ratinho.

Após esse lançamento a carreira de Sabará tomou outros rumos e o sucesso foi certo, após um ano da divulgação deste LP, DJ Prince se casou e Sabará começou sua carreira solo.

Algum tempo depois foi convidado por DJ Marlboro a formar uma dupla com MC Osmar e lançar o então “Radical Beat". Durante um ano entre shows, apresentações em TV, participações em programas nas rádios, lançaram em 1994 o CD contendo 10 faixas incluindo os sucessos: “Vamos Dançar” e “Dança do Saci”. O CD foi um sucesso e caiu nas graças do público, os meninos viajaram por todo o Brasil realizando diversos shows.

O sucesso da dupla garantia a venda de CD's e bailes lotados e os grandes produtores da época não queriam deixá-los de fora de suas produções.

Produzido por DJ Marlboro “Rap Brasil 3” contou com o rap "Menor Carente" e o CD “Só Pedrada”, produzido por DJ Ratinho o rap “Vamos Dançar”, Sabará e Osmar estavam no topo das paradas.

Durante três anos Sabará foi integrante da Afegan Records e depois se afastou do mundo Funk. Como o destino estava traçado e o público sentia sua falta ele não ficou muito tempo "sumido", acabou conhecendo o amigo MC Jóia e formaram uma nova dupla: MC Sabará e Jóia.

Começaram tudo de novo e lançaram o sucesso “Vem Amor", a música ficou tão estourada nas rádios que foi lançada nos CD No Embalo do Rap, produzido por GrandMáster Raphael. Por motivos particulares, Sabará foi obrigado a abandonar novamente o mundo do funk.

O movimento funk não poderia ficar muito tempo sem a presença de uma figura tão carismática e de sucesso como ele e entendendo isso, voltou para alegria de seus fãs.

"Como um homem não consegue fugir de suas raízes, estou de volta com uma proposta diferente, estou cantando o funk atual e segue alguns dos meus novos sucessos "Vai Arrasa Nem", "Joga, Joga Na Minha Cara!", "Ta Quente Pra Cacete", "Sem Peito e Sem Bunda (Chuta Que é Macumba)", "To magro e com menos bunda", "Funk do vovô" e "Festa do quebra tudo", fala Sabará.

Ouça "Menor Carente"

http://www.4shared.com/file/51680062/e110e9d3/Osmar_e_Dr_Sabar_-_Rap_do_Menor_Carente.html

Créditos Foto e Texto: Sabará; Colaboração: Claudia Duarcha
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MCs William, Gallo e Marcinho

21/07/2008 comentários

10/08 Gallo em Belo Horizote - Aniversário de 13 anos (Torcida Galoucura)


27/09 William e Gallo em Recife/PE - Aniversário de 16 anos (Torcida Inferno Coral)


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Claudia Mel

20/07/2008 comentários

Nascida no Rio de Janeiro, como todo carioca cresceu ao som do batidao do funk, aos 12 anos acompanhava seu pai pelas noites cariocas cantando e tocando violão.

Já na adolescencia conheceu o DJ Marlboro, com talento de sobra, logo conheceu o sucesso de perto e gravou várias músicas, participou de CD's de funk e fez algumas parcerias musicais com o MC Marcinho.

Claudia conheceu a palavra, o propósito que o senhor Jesus tinha para sua vida e "largou" o funk tradicional, agora ela canta o funk gospel. Conitnua fazendo sucesso evangelizando milhares de jovens com seu estilo musical.

"Viver a vida com Jesus vai alem de um ritmo ou de uma diversao, é sentir-se segura de ter certeza de um futuro maravilhoso", Claudia Mel

Que saber mais?

http://www.claudiamel.com.br/

Ouça "Vem pra mim"

http://www.4shared.com/file/33989929/c0d12b21/Marcinho_e_Claudia_Mel_-_Vem_pra_mim.html?


Créditos Texto e Foto: Claudia Mel
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MC's Cidinho e Doca

19/07/2008 comentários: 2
Cidinho e Doca


Se outrora o funk era sinônimo de porradaria, depredação e corre-corre, hoje a coisa mudou totalmente de cara. O movimento é hoje uma realidade que a todo momento toca tanto em funkeiros, quanto em quem só curte o ritmo.

Filhos de famílias bem festivas, seus avós promoviam bailes dentro de suas próprias casas e passavam a noite toda dançando ao som de Michael Jackson, James Brown, Sandra de Sá, Roberto Carlos entre outros. Cidinho e Doca cresceram curtindo os pancadões da época.

Em 1992, criaram o grupo “The Soult”, onde cantavam e tinham quatro dançarinos. O ritmo era Charme e Hip-Hop, mas como ninguém trabalhava, não tinham dinheiro para manter o grupo, cada um foi para o seu lado e os dois deram um tempo nessa história de cantar.

Como a veia artística era muito forte, os dois resolveram voltar em dupla e começaram a fazer Raps. Muito conhecidos na Cidade de Deus e com várias hits dentro da comunidade, foram chamados para defender as galeras do “Caratê e Coqueiro-Azul” (bairros da Cidade de Deus), onde cantaram pela primeira vez o “Ciranda Cirandinha”, no Country Clube, Concurso de Galeras da Furacão 2000 e arrebataram o primeiríssimo lugar.

A partir daí, eles começaram a representar a Cidade de Deus em todos os concursos e não tinha para ninguém, o 1º lugar sempre era da dupla.

Decididos a seguir esse caminho, se juntaram a Kátia, (vizinha da dupla) e fizeram o “Rap da Felicidade”, um manifesto contra o racismo e discriminação que são submetidos os moradores das favelas.

A musica chegou as rádios em um domingo de sol, através da Rádio Imprensa, no programa da “Equipe Live”, Doca estava jogando futebol na pracinha do bairro e a vizinha aumentou o rádio no último volume. Cidade de Deus parou para ouvir, aquele que mais tarde seria o hino do funk, uma das musicas mais tocadas no Brasil e no mundo até hoje.

Ex-ajudantes de obra no Barramares, Cidinho e Doca têm em suas profissões um motivo de orgulho não só para família, mas também para comunidade, que viu esses garotos decolarem do baile da Praça do Lazer para o mundo.

Depois de 15 anos cantando juntos, CD’s gravados e várias músicas no topo das paradas, Cidinho e Doca resolveram seguir carreira solo:

Bom, na verdade numa dupla, como num grupo, todo mundo tem suas idéias, né? Acabou a gente amigavelmente, entendeu? Separando. Mas tipo assim, nada que desabonasse a nossa amizade até porque nós somos amigos de infância, nos conhecemos desde pequenininho, as nossas famílias e a gente se gosta muito. Agora tem um lado ruim, que é o lado do publico que ta acostumado vê o “Cidinho e Doca” que muitas das vezes não entende muito a separação. Isso acontece em tudo quanto é grupo, né? Vários grupos de pagode já aconteceu, várias duplas de MC também, forró e tudo, mas tem um lado bom, por quê? Porque antes, quando as pessoas ouviam “Cidinho e Doca”, eles ouviam uma musica, agora eles vão ouvir duas, vão ouvir a musica do “Cidinho” e a musica do “Doca”, tendeu? Espero que o publico continue fiel aí a gente!”, explica Doca

Cidinho e Doca sempre serão estrelas queridas do funk sejam juntos ou separados, o público continuará retribuindo o respeito e o carinho. O blog apóia a carreira dos dois e torce pela vitória mútua.

Ouça "Rap da Felicidade"

http://www.4shared.com/file/33454643/cb662d36/Cidinho_e_Doca_-_Rap_da_felicidade.html?dirPwdVerified=1fd38dc7

Créditos Texto: Claudia Duarcha
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Documentário "Sou Feia mas Tô na Moda" mapeia o funk carioca.

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Longa-metragem documentário de Denise Garcia

61 minutos. Vídeo Digital. 2005.

Direção: Denise Garcia
Produção: Denise Garcia
Fotografia e câmera: Paulo Camacho, Pedro Bronz and Matias Maxx
Edição: Gustavo Melo (Telephone Colorido)
Assistente de produção: João Mors Cabral
Diretor de animação: Allan Sieber
Produzido no Rio de Janeiro em 2004 - 2005
Empresa produtora: Toscographics Desenhos Animados

Sinopse

O funk carioca está repleto de MCs e bondes formados por mulheres. No mercado dos bailes, as atrações femininas são essenciais ao sucesso da noite. Tem Tati Quebra-Barraco puxando o coro do público, que canta junto suas letras, tem Tchutchucas, Danadinhas, Bonde Faz Gostoso e muitos outros bondes fazendo a massa delirar com seus requebrados. Tem de tudo para todos os gostos e o resultado é uma festa onde milhares de jovens repetem gestos, coreografias e se divertem.

O Rio de Janeiro é o palco da cultura funk. Segundo alguns, a quantidade de bailes funk beira os 500 por final de semana. Envolvidos na produção destas festas, estão equipes de som, empresários, DJs, donos e funcionários de clubes, equipes de iluminação, ambulantes vendendo comidas e bebidas nos locais e muitos freqüentadores. Enfim, temos aí uma economia sendo sustentada pelo desejo e talento de uma enorme população que vive nas favelas e subúrbios cariocas.

Este filme procura mapear o universo do funk carioca sob a ótica das funkeiras, que também são mães, esposas, estudantes, trabalhadoras.

Matéria sobre o documentário:

Durante cerca de um ano, a diretora Denise Garcia e sua equipe percorreram bailes cariocas e no exterior, acompanhando o trabalho de diversos MCs (mestres de cerimônia) e coletando depoimentos de pessoas ligadas à cena e pesquisadores.

O filme conta o início do funk, inspirado no Miami Bass, gênero dos anos 1980, e passa pela transformação dos bailes violentos em bailes do prazer.

Chamados de "Lado A/Lado B", os bailes violentos eram marcados por corredores de briga, que dividiam o público em dois lados, e terminavam, muitas vezes, com a morte de participantes. Esse cenário mudou com os bailes que priorizavam a dança e as músicas com temas sexuais, os bailes do prazer.

"Sou Feia Mas Tô Na Moda" é o título de uma das músicas de Tati Quebra-Barraco, que no filme aparece aos oito meses de gravidez se apresentando em bailes lotados, rebolando e cantando letras sensuais, como "69 Frango Assado" e "Guerreira", acompanhada pelo coro feminino da platéia.

Apesar da referência direta a Tati, a personagem principal do documentário é Deize Tigrona, conhecida também como Deise da Injeção, responsável pela primeira música com letras explícitas, a "Discurti", sobre a liberalização sexual das mulheres no funk: "Tira onda pra elas é viver de sacanagem / os gatinhos até gosta / mas tu sabe como é / se eles pagam motel / elas faz o que eles quer", diz a letra.

No filme, ela caminha pela comunidade de Cidade de Deus e explica as mudanças pelas quais o funk carioca passou, apontando alguns representantes do baile do prazer: Cidinho e Doca, Bonde Faz Gostoso, Gaiola das Popozudas, MC Catra, entre outros.


Feminista sem Cartilha

Segundo o olhar da diretora e de seus entrevistados, o funk colaborou para uma postura menos submissa das mulheres, que dão voz aos seus desejos e lutam pela igualdade de direitos, principalmente sexuais.

"É feminista sem cartilha", explica o DJ Marlboro durante os registros de uma visita a Paris.
Ícones do movimento, as funkeiras tornaram-se desejadas por homens e admiradas por mulheres. Elas desempenham a função de educadoras, alertando as jovens para a prevenção de doenças ou de uma gravidez indesejada, como na música "Ginecologista", do grupo Juliana e as Fogosas.

O filme afirma ainda que no funk não há preconceito, exemplo disso é o sucesso de Lacraia, dançarino travesti que se apresenta ao lado de MC Serginho ("Eguinha pocotó"). De acordo com Deize, um dos problemas enfrentados pelos funkeiros é a discriminação social dos que estão fora das comunidades.

Por fim, o documentário acompanha a internacionalização do funk, estilo que conquistou espaço na Europa, com apresentações de Marlboro no festival espanhol Sonar e em casas noturnas na França, Inglaterra e Eslovênia.

O DJ aparece ciceroneado pela dupla brasileira Tetine, que mantém um programa de rádio em Londres dedicado ao funk carioca e lançou neste ano o disco "Bonde do Tetão", coletânea de funks originais, que inclui uma versão para "Discurti".

(Créditos: www.blogcatalog.com)


"Se você e/ou sua empresa possui os direitos de alguma imagem/reportagem e não quer que ela apareça no Funk de Raiz, por favor entrar em contato. Ela será prontamente removida".
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Novidades

18/07/2008 comentários: 1
Pessoal tenho algumas novidades do funk para contar.

São notícias vitoriosas!!!!!!

Vamos lá:

Amaro (Capa do CD) - Créditos da Foto ao próprio


Amaro está lançando o seu mais novo CD com músicas novas e repleto de surpresas para seus fãs. O CD é mais uma vitória em sua carreira e você não pode deixar de comprá-lo. Procure nas grandes lojas ou entre em contato pelo site abaixo:





Julinho - Créditos foto ao próprio

Julinho (ex dupla Garrincha) está com a música Moderação. O rap já é um dos primeiros no ranking de downloads em sites espalhados pela internet. Voce pode achá-la na coluna "Lançamentos" aqui no blog.

Nós fomos os 1ºs disponibilizar esse sucesso!!!!!!!!


Marcelo e Padilha - Créditos foto aos próprios

Marcelo e Padilha estão de volta e com a força de sempre. A dupla lançou duas músicas Bye Bye e Bonde errado, colocamos aqui no blog e expalhamos por sites, blogs, comunidades e perfis do orkut e com a ajuda dos seus respectivos donos já é um sucesso.

Bye Bye já está tocando na 98 FM, todas as sextas e sábados, 22:00 às 2:00, (Batidão BEAT98 com DJ Brinquinho, apresentação Fabiano Mello) música está na rádio através do DJ Brinquinho.

Ligue para a rádio e peça Bye, Bye vamos colocá-la entre as mais pedidas da programação!

Segue os contatos da rádio:

Tel:(21) 2555-8375 Fax: (21) 2558-6385 -
comercialrio@sgr.com.br

PROMOÇÃO (21) 2461-0098 -
promo@beat98.com.br

PROGRAMAÇÃO - beat98@beat98.com.br / (21) 2461-0098


Doca - Créditos foto ao próprio

Doca (ex dupla Cidinho), com trabalho novo "Hoje é só doideira", começa uma nova etapa em sua carreira longe do amigo Cidinho, cada um resolveu correr atrás de seus ideais sem mágoas ou ressentimentos. Você encontra a música na coluna "Lançamentos", faça o download e curta em 1ª mão o novo trabalho do MC.

Está de viagem marcada para Portugal e fará vários shows pela Europa, prometeu passar aqui para o blog muitas novidades e fotos da viagem.

"Doca força nesta nova trajetória, obrigada pela confiança. O blog está a disposição, voce é quem manda. Precisando é só chamar!!!!!!!!!!"


Sabará e William do Borel - Créditos foto aos dois

William (ex dupla Duda), regravou o "Rap da Morena" com uma nova roupagem. A galera já está curtindo a música sucesso nos anos 90 e hoje. A música está aqui no blog, na coluna "Lançamentos", faça o download.

Sabará e William fizeram vários shows pelo país e arrebataram multidões, sacudiram também as torcidas organizadas dos times de futebol. Fato que ultimamente tem se repetido muito, essa ponte entre o funk, MC's e torcidas organizadas.


Nenem - Créditos foto ao próprio

Neném viaja na próxima semana para sua "turnê" pelo Norte/Nordeste do Brasil. Mais um carioca voando alto e abrindo portas para outros que irão também. O danado me prometeu novidades sobre a viagem e fotos também.

As coisas estão mudando e para melhor. O blog não quer só o funk antigo propriamente dito, queremos a divisão justa deste "bolo" para todos.

Talento e a competência precisam ser priorizados, não dá para ficar ouvindo só baixaria e achar que é assim mesmo. O funk é grandioso, tem coração de mãe e cabe muita gente, assim os novos saberão o que é uma "competição" justa, com a volta dos veteranos tudo ficará bem mais acirrado e aí sim, permancerão só os que são bons de fato.

Por enquanto está tudo muito fácil, a maioria no mesmo patamar, quem está perdendo é o público.

Abro aspas para avisar: "Tem muita gente nova com sede de vitória e esbanjando talento por aí, MC's que estão vindo com força total e fazendo a diferença também. Guardem os nomes: Markinho (já citado aqui no blog) e Juninho que em breve estaremos falando dele, garoto de 15 anos com a mesma postura dos MC's que tanto reverencio aqui"

Aguardem as próximas novidades. Valeu!!!!!!!!!!!
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